Tufão mais forte de 2015 deixa seis mortos, 101 feridos e destruição em Taiwan

tufãoEm Taipei, árvores derrubadas e destruídas viraram cenário comum após passagem do tufão

TAIPEI – A passagem do tufão Soudelor, considerado o mais forte de 2015, matou ao menos seis pessoas, deixou seis desaparecidas e feriu outras 101 em Taiwan. Com graves danos materiais no local, ele se dirige à costa chinesa e pode causar ainda mais destruição, apesar de perder força.

Ventos de mais de 200 km/h e chuvas de mais de 900mm derrubaram árvores, postes e sinais de trânsito, deixando quase 4 milhões de casas sem luz. Muitas casas sofreram danos. Os mais de 300 voos do país previstos para o sábado foram cancelados.

Entre os mortos taiwaneses, estão uma menina de 8 anos e sua mãe, arrastadas pelo mar no Leste do país. Uma irmã gêmea da garota desapareceu. Dois bombeiros morreram em operações de resgate.

Ondas enormes atingiam costa da China no início do sábadoFoto: CHINA STRINGER NETWORK / REUTERS

Enchente cobriu quadra de basquete quase por inteiroFoto: SAM YEH / AFP

As chuvas passaram de 900mm em questão de horasFoto: SAM YEH / AFP

Guarda-chuva não resiste aos ventos do tufãoFoto: PICHI CHUANG / REUTERS

Bicicleta tenta encarar os ventos potentes de TaipeiFoto: SAM YEH / AFP

Criança é resgatada de carros destruído por efeitos de tempestadeFoto: New Taipei Fire Department / AP

Tufão provocou cheia do rio Jingmei, alertando também as autoridades chinesasFoto: SAM YEH / AFP

Homem é resgatado da lama após enchenteFoto: New Taipei Fire Department / AP

Em Taipei, árvores derrubadas e destruídas viraram cenário comum após passagem do tufão.
Meteorologistas estimam que o tufão perca força neste fim de semana, virando uma tempestade tropical. No entanto, ele deve chegar a China ainda no sábado, emitindo alertas de alta prioridades em regiões fronteiriças.

Mais de 158 mil pessoas já foram retiradas previamente de suas casas na China, e barcos foram atracados por pedido das autoridades.
Rajadas de vento passaram de 200 km/h e deixaram cidade revirada – Wally Santana / AP
O Globo