VÍDEO: mulher tem surto e tira roupa na UPA de João Pessoa

VÍDEO: mulher tem surto e tira roupa na UPA de João Pessoa

Um caso inusitado ontem na UPA dos Bancários, em João Pessoa, e repercutiu nesta quarta-feira (14) após a TV Arapuan veicular imagens do momento em que uma mulher tira a roupa após supostamente ter um surto nervoso enquanto aguardava atendimento na Unidade Hospitalar. Segundo testemunhas, a mulher já chegou alterada ao local exigindo atendimento, no entanto, como não apresentava um quadro de risco foi orientada a aguardar.

Em nota, a Secretaria de Saúde de João Pessoa informou que a paciente estava agitada e agressiva com os profissionais do serviço e outros pacientes para fazer uso do medicamento benzilpenicilina benzatina para tratamento de Erisipela.

Ainda segundo a nota, na primeira avaliação, a usuária estava consciente, orientada, com pressão arterial normal e sinais vitais preservados, sem queixas no momento da avaliação e, portanto, sem indicação para atendimento de urgência ou imediato.

Confira, na íntegra, a nota:

De acordo com a direção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Luiz Lindbergh Farias, localizada no bairro dos Bancários, a paciente de 56 anos deu entrada nessa terça-feira (13), às 13h, agitada e agressiva com os profissionais do serviço e outros pacientes para fazer uso do medicamento benzilpenicilina benzatina para tratamento de Erisipela, uma infecção cutânea causada geralmente por bactéria e, por este motivo, na classificação de risco, foi classificada como azul.

Na primeira avaliação, a usuária estava consciente, orientada, com pressão arterial normal e sinais vitais preservados, sem queixas no momento da avaliação e, portanto, sem indicação para atendimento de urgência ou imediato. Ainda, de acordo com a direção do serviço, os profissionais fizeram o acolhimento e, foi realizado todo atendimento clínico. A paciente foi medicada e recebeu alta ainda na tarde de ontem.

Classificação de Risco – A classificação de risco serve para avaliar e identificar os pacientes que necessitam de atendimento prioritário, de acordo com a gravidade clínica, potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento. Para a classificação de risco nos serviços, a Rede Municipal de Saúde segue o Protocolo de Manchester, um dos modelos mais utilizados no Brasil.

Segundo o protocolo, o paciente é classificado na cor vermelha como atendimento emergente, devendo ser atendido imediatamente; na cor laranja, como caso muito urgente e atendimento em 10 minutos; cor amarela para atendimento urgente, devendo o paciente ser atendido em até 60 minutos; cor verde como atendimento pouco urgente com espera de até 120 minutos; e na cor azul como não urgente e atendimento em até 240 minutos.

As informações são da TV Arapuan.