Voos da Latam e da Sky são interrompidos por ameaças de bomba

Voos da Latam e da Sky são interrompidos por ameaças de bomba

Ameaças de bomba atrapalharam quatro voos da Latam Airlines e da Sky Airlines no Chile e no Peru. Um avião que fazia a rota Lima-Santiago foi forçado a um pouso no Sul do Peru. No Aeroporto Internacional de Santiago, três aeronaves que haviam recém-decolado tiveram de retornar para diferentes terminais.

Aparentemente, os alertas eram falsos, segundo o jornal chileno La Tercera. O Ministério dos Transportes do Peru confirmou o pouso forçado do voo LA2369, da Latam, no aeroporto de Pisco, depois de um alerta do Centro de Controle de Tráfego Aéreo. Uma equipe de desativação de explosivos foi mobilizada para inspecionar a aeronave.  Nenhum passageiro foi ferido.

“Neste momento a situação está sob controle”, acrescentou o ministério pelo Twitter.

Por comunicado, a Latam informou que “nenhum passageiro nem membros da tripulação ficaram feridos com a aterrizagem”. A acrescentou ter se responsabilizado pela alimentação das pessoas que estavam no voo e por dar “toda a assistência necessária”.

“A Unidade de Explosivos da Polícia Nacional do Peru (UDEX) está no Aeroporto de Pisco fazendo uma varredura na aeronave.  A Latam reafirma seu compromisso com a segurança e com os protocolos operacionais aeronáuticos que buscam resguardar a integridade e o bem-estar de seus passageiros”, diz o texto

O major Diego Rojas, da Agência de Aeronáutica Civil do Chile (DGAC) informou ter recebido sobre uma ameaça de bomba em três aviões por meio de telefonemas. Policiais especializados averiguaram uma das aeronaves, com destino a Calama, que voltou para o aeroporto. A checagem durou demorou 1h30, “mas não se encontrou nenhum elemento estranho”.

Dois outros voos foram desviados para o Peru e a Argentina. O militar informou haver permanente coordenação com as tripulações e com as empresas aéreas para adotar as medidas de prevenção da melhor maneira;

“A DGCA recebeu telefonemas com ameaças de bombas em três voos. Foi feita a coordenação, e foi seguido o protocolo”, afirmou major Diego Rojas.

A polícia chilena investiga os responsáveis pelos telefonemas. No Brasil, a Latam não deu informações sobres os casos ocorridos no Chile até o momento.

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