Waldson diz que LOA deve priorizar investimento e descarta aumento para servidor

O secretário de Estado de Planejamento, Orçamento e Gestão, Waldson Souza, declarou nesta quinta-feira (26), que a Lei Orçamentária Anual (LOA), para 2018, terá as projeções priorizando as áreas sociais, que segundo ele são ‘a maior demanda’.

“Estimamos o orçamento geral em R$11,050 bilhões, 2.07% menor que o do ano passado, e o orçamento da seguridade social e fiscal, em R$10,772 bilhões”, disse.

Ele afirmou que o Estado prevê segurar a folha de pessoal, sem incremento em órgãos, poderes e secretarias do Estado.

“Vamos manter o grupo de investimento sempre priorizado, segurar a folha de pessoal é a nossa meta, não é possível ter incremento, inclusive em poderes e órgãos, é preciso que seja compreendido, assim como toda a despesa de custeio”, apontou.

Reajustes para servidores

O secretário ainda revelou que a LOA projeta os reajustes obrigatórios aos servidores do Estado, mas apenas no final do ano poderar repassar ao governador se eles poderão ser cumpridos.

“A gente faz a projeção dos aumentos obrigatórios na Loa, se é possível ser dado ou não, a equipe econômica não tem como dizer antes de fechar o exercício, porque é logicamente uma decisão para janeiro. Mas vamos ter uma posição para dar ao governador”. Finalizou.

WSCOM